Descoberta na Malacologia é Nacional...

... estes caracóis não são ovíparos

O Percurso

Meu nome é Cristina Chalana, tenho 51 anos e sou natural do Barreiro. Atualmente estou desempregada e resido no algarve há 30 anos.

Desde pequena que adoro comer caracóis. E desde pequena que ia apanhar caracóis que eram colocados numa caixa 5 estrelas no quintal da casa, hábitos que adquiri com o meu falecido pai. Como não tinha irmãos, passava horas a observá-los e a brincar com eles. Desde criança que os meus olhos viam que não eram todos iguais, conseguia ver diferenças: para mim uns eram os meninos e os outros as meninas.

Eu cresci a apanhar e a comer caracóis até que estive hospitalizada aos 13 anos de idade e o meu falecido pai levou caracóis para eu comer no hospital. Em 1988 tive uma intoxicação alimentar devido aos caracóis, o que me fez rejeitá-los por alguns anos, mas tudo passou e voltei a apanhar e a comer caracóis.

Em abril 2003 fui para uma casa que construi no campo e fiquei  surpresa. Havia muito poucos caracóis, mas com a chegada do inverno obtive a resposta às minhas interrogações:  temperaturas baixas, negativas e até geadas.

O Percurso

Aos poucos, fui fazendo pequenos abrigos com caixas de fruta de madeira e plástico, mas mesmo assim eram poucos. Para resolver esta escassez resolvi comprar caracóis e soltei-os no terreno. De qualquer modo, uns anos mais e outros menos, mas todos os anos tenho caracóis.

Apesar de observar, alimentar e cuidar dos meus caracóis há mais de 10 anos, ainda me fascina a luta ou instinto que eles têm pela sobrevivência desde tenra idade. Tem sido um hobby nocturno que inclusive sempre gerou algum conflito familiar.

Naquela altura, era empregada de escritório. Com a chegada da crise e algumas alterações estruturais na empresa, eu tive a perceção em 2012 que o meu despedimento estava iminente e foi o que acabou por acontecer em novembro de 2013. Já prevendo esta situação, decidi que o meu hobby seria a minha profissão de futuro: helicicultora.

Decidida que assim fosse, procurei terreno. Inicialmente, foi difícil devido aos valores exorbitantes que pediam por terrenos agrícolas, mas acabei por encontrar o que procurava.

O Percurso

Investi em formação para a produção em estufa de Helix Aspersa. Como desempregada fui espontaneamente tirar um curso de operador agrícola pelo IEFP para ficar com formação e a licença para a aplicação dos fitofármacos que era necessário para a exploração. Dei entrada de um projeto para 2500m2 de estufa na CML (Camara Municipal de Loulé) o qual foi aprovado em Outubro de 2014.

Posso afirmar que foram estas perdas que tive na minha vida que permitiram esta descoberta, distinta, extraordinária, única a nível mundial. Com disponibilidade total, empenho, interesse e paixão tive a resposta para as diferenças que ficam para a história e ainda recebi como recompensa outras descobertas.

E assim, lentamente passado um ano comecei a sentir interesse no que estava à minha volta. Depois da intempérie que destruiu a baixa de albufeira em nov 2015, lembrei-me de procurar os meus caracóis, e ali estavam eles, apesar de um ano de abandono, e deu-se o clique, não vou produzir toneladas, mas vou produzir litros.

Mas por razões pessoais não foi possível concluir (janeiro 2017).

O Percurso

Foi uma luta constante contra o tempo. Novembro e dezembro a trabalhar entre 10h a 14h por dia para limpar um espaço no terreno para os pôr, arranjar os materiais e fazer os abrigos antes da chegada de mais chuva. Mas o inverno ajudou e o melhor que consegui fazer sozinha estava feito. Agora era só retirá-los do terreno e colocá-los nos abrigos improvisados.

Com tudo mais ou menos organizado faltava saber o porquê das diferenças. Esta era uma obsessão constante, uma ideia fixa. Mas, pelo que pensava saber e o que tinha presenciado em anos anteriores estava difícil de compreender, eu não via diferenças.

Horas a fio de gatas no terreno à procura, fez com que entrasse em 2016 a ir ao ortopedista, pois mal conseguia andar devido ao excesso de esforço nos joelhos.

E foi assim, no dia 21 de janeiro de 2016, ao visualizar uma foto em pormenor, porque nem sempre o faço quando as tiro, fez-se luz. A foto não garante que seja, porque até eu não sei o que é, mas ao revê-la foi o que me veio a cabeça, será? Não pode ser! Pensei e…. Meu deus que loucura, é mesmo!!!!!

O Percurso

Provavelmente, pensávamos que tudo sabíamos sobre o caracol, mas não sabíamos, como estávamos errados e tanto que ainda nos falta descobrir.

Apesar deste meu estudo já contemplar mais de 6 meses e contar com o registo de mais de 10 mil fotografias, mas que ainda não está concluído com 1 ano de observação da vida deste caracol, eu decidi revelar algo impensável nestes moluscos que vai abalar a comunidade cientifica. Vou fazer isto, porque talvez não tenha a possibilidade de concluir o ciclo de 1 ano, por razões pessoais. Além desta descoberta também existem outras e todas elas me deixaram cética.

Sempre fui, ver para crer.

Todos sabemos que no habitat natural é difícil observar algo diariamente que permaneça no mesmo local e intacto. Por este motivo, e para me certificar do que eu via no exterior, fiz de 1 WC da minha casa, durante mais de 6 meses, um laboratório de observação, para observar e confirmar a mim mesma esta extraordinária descoberta.

O Percurso

Neste período de tempo, apesar das condições não serem comparáveis ao exterior, mas sim insuficientes e desfavoráveis às suas necessidades especificas, posso afirmar que a alteração do habitat em nada favoreceu ou influenciou este acontecimento, simplesmente tornou-o muito, mas muito mais lento. Assim, o que eu tinha dificuldade em aceitar, estava mesmo em frente dos meus olhos: algo impensável que justifica esta divulgação. Por isso, neste caso especifico eu batizo este caracol de caracol algarvio.

Tenho a noção que muitos ficarão incrédulos, estupefactos, outros dirão extraordinário, magnífico e que até alguns poderão dizer que eu estou louca, mas, eu revelo, afirmo e comprovo...

...que estes caracóis NÃO SÃO OVÍPAROS.

A Descoberta

 

Estes caracóis NÃO SÃO OVÍPAROS!

É inacreditável! E o que ainda nos vão surpreender...

- Cristina Chalana - 13 de outubro de 2016

 

Caros seguidores,

Gostaria de vos elucidar sobre o que se tem passado nestes últimos três meses.

Eu tenho tentado validar esta descoberta!

Procurei ajuda em várias universidades e no Instituto Português de Malacologia, mas até a data ainda não revelaram interesse nesta descoberta (como não tenho formação em biologia, ninguém valoriza). Por isso, neste momento, estou a tentar encontrar um grupo de estudo para que em conjunto possamos enriquecer o reino animal. Sei que é difícil de aceitar…, nunca ninguém questionou... está tecnicamente comprovado… por isso esta nova descoberta irá revolucionar o mundo da malacologia.

A Descoberta

Descoberta na Malacologia é Nacional...

Mas a verdade é que existe outra forma de reprodução… (inexistente para a ciência) que talvez justifique porque todos refutam esta possibilidade. Também gostaria de ressalvar que resolvi expor-me e contar um pouco da minha história, pois era importante que percebessem como alguém, que observa caracóis há mais de dez anos, tinha conseguido fazer uma descoberta como esta, que derruba dogmatismos.

Perante a necessidade de validar esta descoberta não continuei com a revelação.

Assim, que houver novos desenvolvimentos, anunciarei aqui.

Grata pela atenção,

Cristina Chalana

-- 13 janeiro de 2017 --

A Descoberta

Descoberta na Malacologia é Nacional...

 

Esta descoberta é o rejuvenescer para a Malacologia!

- Cristina Chalana - 13 de outubro de 2017

 

Caros seguidores,

Afirmo hoje aqui que procurei, esperei, evitei e fui reservada (talvez até demais), mas a oposição, indiferença ou rejeição de todos em meu redor há mais de um ano justifica esta revelação no dia do primeiro aniversário deste site, e que tem contornos idênticos a histórias do passado.

Eu tento/procuro usufruir dos benefícios da Internet e das redes sociais na actual sociedade para esta descoberta nacional. Bem sei que as descobertas não têm pátria, mas esta eu quero que fique na história de Portugal! Estarei doida? Veremos…

 

A Descoberta

Descoberta na Malacologia é Nacional...

Era imaginável para mim que o fascínio e dedicação desinteressada que a observação de moluscos terrestres me desperta, levando-me a esta descobertas – será esta a minha recompensa de trabalho e esforço. É uma descoberta que derruba dogmas.

Voltemos atrás no tempo para um melhor enquadramento: foi assim que tudo começou, em Março de 2016, quando li as noticias sobre os caracóis mais pequenos do mundo!!

Efectuei contactos, porque inicialmente eu SÓ queria partilhar conhecimento, e posteriormente com as minhas fotos de pesquisa que levei a cabo, tornei claro para mim que pretendia que este recorde de minudência dos caracóis fosse nacional. Mas nem os “grandes”do verdadeiro mundo da ciência ou os media tiveram interesse no que é pátrio. Segura do meu conhecimento, insisti, mas em vão.

Existe rigor dominante da fonte para divulgação de notícias científicas, mas se as minhas fotos confirmam que são caracóis de 0,01 milímetros, e não “elefantes”, pois deduzam o que entenderem…

Como sabem os cientistas se são os caracóis mais pequenos do mundo, se são espécies novas?

 

A Descoberta

Descoberta na Malacologia é Nacional.....

Qual foi a base de confirmação que valida esta afirmação para os cientistas e para os media? Perante o rigor da ciência e dos media para aquilo que são noticias da ciência, muito me intriga!

Nós nascemos adultos ou nós nascemos anões?

Reconheço que inicialmente fui ingénua, e talvez com excesso de humildade, para pensar que os “gigantes” da ciência em questão teriam interesse - ouvirem as minhas afirmações, tentarem compreender ou valorizar a minha atitude. E porque não, pensei? Se na verdade, era para fortalecer a ciência universal, só havia que avançar!

Se as noticias assim o comprovam,  perante as minhas certezas, e o  desinteresse de todos, pensei de imediato: vou querer validação científica!
Actualmente, compreendo de forma diferente a atitude de quase todos, ou seja, a existência de alguns inconvenientes oriundos do mundo científico que desconhecia, mas todavia recuso aceitar que seja impedimento para o evoluir da ciência.

A Descoberta

Descoberta na Malacologia é Nacional...

Em Portugal, estive à procura de grupos de estudo sobre a matéria. Durante a procura dos referidos grupos, houve informação partilhada entre as partes, mas que por todos os receptores foi ignorada! Poderá ser esta informação investigada? Talvez, mas sugiro que não desperdicem nem tempo ou dinheiro de fundos para investigar o que está descoberto, devido à vantagem de informação pela ambição de prestígio individual de carreira perante a vossa comunidade científica.

Se rejeitaram o que ofereci gratuitamente de bandeja, é a ciência nacional que perde!

Em Portugal, de vários contactos que fiz, realço três:

Desde já, o Instituto Português de Malacologia, que prometeu apoio para a realização deste trabalho e posterior apresentação a incluir numa revista científica, que posso confirmar através de um e-mail que recebi no dia 10/10/2016.
Existiram contactos anteriores a este, mas um ano depois do referido e-mail, falsearam a promessa, esta não foi cumprida! Acredito que talvez não será culpa do Sr. Presidente do instituto, embora existam outros e-mails enviados para a mesma instituição, mas que continuam sem resposta. Talvez no seu seio haja quem possa ajudar, mas não o queira – neste caso, o que pode fazer o Sr. Presidente? Fica a pergunta no ar…

A Descoberta

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Contactei também o Ministro da Ciência, o Dr. Manuel Heitor. No dia 4 de julho de 2017, fui ao evento Encontro da Ciência 2017, para questionar e reforçar pessoalmente o meu pedido de ajuda que já tinha sido solicitado em e-mail. Neste encontro, o senhor ministro prometeu efectuar alguns contactos, mas que também não deram frutos.

Será que as ajudas prometidas destas duas pessoas públicas que referi vêm juntas a passo de caracol? Actualmente não os compreendo, quiçá no futuro!

É visível na expressão de todos o que o pensamento ridiculariza, perante as minhas afirmações. Mas se eu disser que acho graça, alguém acredita?! Atribuo valor negativo a este tipo de atitudes, que tenta bloquear o progresso do conhecimento, só porque sou “anã”. Acredito que seja benéfico para a comunidade científica que esta descoberta esteja do lado oposto. Evita choque de opinião ou atritos perante o que está escrito e que deverá ser corrigido.

A Descoberta

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Por último, como sou persistente e determinada em querer premiar a malacologia, dirigi-me por impulso ao Palácio de Belém no passado dia 21 de Setembro de 2017 para tentar falar pessoalmente com o Exmo. Sr. Presidente da República e assim reforçar o meu pedido de ajuda, que já tinha solicitado através de e-mail, e consegui os meus intentos! Na presença do Sr. Presidente, pude constatar algo que quero salientar neste encontro inesquecível: a autenticidade da sua personalidade. O que vemos na televisão é genuíno, sente-se. Gostei!

De momento, espero por esta resposta, mas na possibilidade que esta venha também a ser negativa, decidi que isto se vai tornar uma luta individual para validação científica.

Mas como é que uma mulher, sozinha, ”invisível” no verdadeiro mundo da ciência, sem formação em biologia, sem ligações a instituições de ensino ou investigação consegue comprovar no mundo dos “gigantes” com palavras no papel uma descoberta com esta dimensão? Que corrige factos dados como adquiridos desde a pré-historia? Trata-se na verdade de um verdadeiro “dois em um” para a malacologia. É um autêntico tsunami!

Como se explica o desconhecido, a inovação, o que todos viram, mas ninguém viu?

A Descoberta

Descoberta na Malacologia é Nacional...

Reconheço que o caminho está repleto de barreiras, mas estou determinada a percorrê-lo. A minha dedicação incessante, sem obrigatoriedade ou necessidade de compensação no processo de confirmação da verdade, garante-me a resistência exigida. O impacto desta descoberta na ciência apresenta-se avassalador – será que temem a queda de mitos. Devido à sua complexidade, esta apresentação deverá ser no meu idioma, a língua portuguesa.

Exclusivamente para todos aqueles que me ridicularizaram e hostilizaram, dizendo-me em alto e bom som frases como “o que nos diz é algo impossível” e “a senhora não está boa da cabeça”, eu pergunto: Porque é que ninguém ponderou conhecimento superior ao seu próprio, se a ciência vive-se corrigindo a ela própria com novas descobertas? Pergunto-me como é possível?!

Como é possível estudar caracóis, se a clara evidência da análise que consiste na observação permanente e atenta tenha permanecido invisível no verdadeiro mundo da ciência durante décadas e décadas a nível mundial? Impossível, afirmo eu, talvez por efeito/consequências das exigências do vosso mundo da ciência!

A Descoberta

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Possivelmente a necessidade de prestígio, o reconhecimento de ciência individual, a valorização excessiva na procura de verdades irrefutáveis, erros de imitação ou observação insuficiente justifique este vazio. Nesse caso, contradizem-se! Vejamos: como é possível que algumas espécies se tornem pragas, sabendo que há perguntas em aberto nesta área? Como é possível consumir toneladas e toneladas de caracóis provenientes da mãe natureza? Em boa verdade, pergunto o que torna isto tudo possível. Serão necessárias toneladas de ovos em cada postura?

Neste momento, questiono-me: eu contra todos? Será realmente assim? Se tiver que ser, porque estou segura das minhas afirmações e porque quero compreender como foi possível a existência deste vazio de conhecimento até ao momento.

Algo tão fascinante, real e digno de se aprender não deve permanecer invisível e inexistente em biologia. Quero acreditar que existe uma atitude mais positiva e pró-activa na Malacologia além fronteiras!

A Descoberta

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É impensável que na presente data, possa afirmar que neste momento, aguarde com expectativa apenas pela resposta do Exmo. Sr. Presidente da República para decidir o caminho a seguir, ao invés das ditas entidades competentes na área!

Por ultimo, e para todos aqueles que se disponibilizaram e me deram a atenção devida, o meu sincero agradecimento, pois com as suas palavras sábias, ensinaram-me e eu cresci quilómetros! Para aqueles que eu contactei e posteriormente me repudiaram, enfatizo que a título pessoal, me ensinaram e eu aprendi, nada mais.


Conhecimento não é aquilo que você sabe,

Mas aquilo que você faz, com aquilo que sabe

-- Albert Einsten --

A Descoberta

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Cristina Chalana - 22 de fevereiro de 2018 -


Dois anos passaram…foi tempo demais!

É com desilusão que afirmo que em Portugal (o meu país), ninguém se disponibilizou para colaborar comigo nesta descoberta, que será histórica.

Agradeço ao Sr. Presidente do IPM (Instituto Português de Malacologia) porque tentou ajudar-me, mas todos que contactou, recusaram.

Da Presidência da República foi-me transmitido que está fora de alcance satisfazer o meu pedido de ajuda, que, coincide, com a resposta do Sr. Ministro da Ciência.

Não podem mandar, na casa dos outros (outras instituições).

 

A Descoberta

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Respeito, aceito, mas compreender…
E se eu não fosse anã invisível no mundo dos gigantes?!

Mesmo assim, não vou desistir!

Estou determinada em enriquecer a biologia doa moluscos terrestres com esta descoberta de valor semiprecioso para o evoluir da ciência.

Sozinha, com plena lucidez, consciente das dificuldades, é com convicção que afirmo, vou efetuar apresentação cientifica no decorrer de 2018. Esta descoberta é 2 em 1 para a Malacologia.

 


Metamorfose Invisível
no verdadeiro mundo da ciência e outra forma de reprodução.

Impossível?
A mãe natureza, confirma!


Infelizmente por questões pessoais ainda foi possível realizar esta apresentação científica, talvez 2020?!

15 de Janeiro de 2020

 

Fotos

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